Entrevista de Anna Kendrick para Screen Crave.

12/08/2010 09:24

 

Anna Kendrick deu uma esntrevista bem legal para o Screen Crave falando do filme Scott Pilgrim Vs. The World ,suas cenas favoritas, do diretor e mais!

Fonte: Screen Crave | Tradução: TayLyta foforks

Anna Kendrick Fala De Scott Pilgrim Vs. The World

Image and video hosting by TinyPicEsta semana, a adaptação extraordinária dos quadrinhos de Edgar Wright, Scott Pilgrim vs. The World estará finalmente nos cinemas. O filme é estrelado por Michael Cera e tem um extraordinário elenco de apoio, que inclui a atriz indicada ao Oscar, que explodiu no ano passado e continua voltando com mais, Anna Kendrick. Tive a oportunidade de falar com Anna ao telefone sobre como foi trabalhar com Wright neste filme.

Saiba como foi trabalhar com Wright, por que Keiran Culkin é um idiota “da melhor forma” e mais abaixo…

Você conseguiu ir a algum dos painés da Comic-Con?

Anna Kendrick: Sim. Eu tinha visto [Scott Pilgrim vs. The World] antes. Eu tinha visto umas duas vezes, mas obviamente não com a platéia, tipo, nenhum de nós poderia estar mais feliz com a forma como foi recebido.

Edgar Wright escolheu um estilo e escolheu o que ia fazer e continuou 100% com isso. Como foi quando você viu na tela e também estar no set? Você estava ciente de tudo?

AK: Mais ou menos. Alguns efeitos meio que entraram e sairam para tentar conseguir o equilíbrio perfeito, porque você não quer fazer isso em todas as tomadas, mas você definitivamente querer deixar a sua marca e torná-lo tipo – os gráficos são algo que existe nesse universo e – pelo jeito da coisa, isso é algo que vai acontecer no filme, então se acostume com isso. Foi definitivamente um estilo de filmagem específico, de modo que você tinha que estar ciente do que estava para acontecer na tomada, porque você tinha que trabalhar os limites do que ia estar na tela com você.

 

Você meio que precisa de normalidade na vida e o que diz o tipo de coisas realista e lidar com a vida, amor, relacionamentos e todo o tipo de coisa. Como você se sente sobre seu personagem e de sua importância dentro deste universo louco?

AK: Eu fui uma irmã mais nova reprovadora toda a minha vida, então penso que é um aspecto extremamente importante para todos. É bom ser a voz da razão para Scott e tentar ser a bússola moral dele. Eu sou como a vozinha no fundo da cabeça, dizendo: “Você sabe que não deveria estar fazendo isso, mas eu sei que você vai fazer isso de qualquer maneira.” Você não pode aprender as lições de outra pessoa por elas, então Scott tem que passar por isso de qualquer maneira.

Você pode falar sobre como foi trabalhar com Edgar Wright no set?

AK: É ótimo porque ninguém está mais animado para ver o filme do que ele. Ele esteve por trás do monitor, muito animado e nos apoiando muito. Definitivamente não é como se ele estivesse colocando uma quantidade razoável de pressão sobre alguém, é porque ele está entusiasmado como que o produto final vai ficar. Ele fica entusiasmado por você.

E trabalhar com alguns outros de seu elenco?

AK: Nós fizemos um monte de tomadas separados, mas então havia momentos em que estávamos no fundo de uma cena apenas curtindo, no fundo, não fazendo nada. Você forma relacionamentos com as pessoas. Kieran Culkin e, eu diria que isso na cara dele também, mas Kieran é um total idiota, mas da melhor maneira.

O que o público deve esperar?

AK: Eu acho que este é um dos filmes mais originais por aí. Acho que cada filme no próximo ano vai arrasar completamente. Se você não assisti-lo, vai ficar de fora da conversa. É um daqueles filmes que você precisa para vê-lo e poder dizer: “Eu estava lá quando o filme saiu. Eu vi no fim de semana de abertura e e me impressionou, e o público ficou histérico.” Estou animada para as pessoas assistirem, como meus amigos que ainda não viram, digo que vocês vão adorar. É esta experiência divertida – estou meio que com ciúmes das pessoas que não viram ainda, porque eu estou animada por eles.

Isso é parte da razão pela qual você pegou o papel em primeiro lugar?

AK: Definitivamente. O script. O script em si era realmente um pouco psicótico. Quando você lê o scipt no papel, parece que é tão denso e tão apertado que parece estar lendo “Um estranho no ninho”, onde você sente que está dentro da mente de uma pessoa insana. Eu estava um pouco confusa sobre como iria ficar tudo coeso, mas eu tive também.

Parece que seria um script difícil de ler?

AK: Você não consegue ler tão rápido quanto alguns desses viciados visuais conseguem, então você não está realmente certo de como vai funcionar. Esse foi um dos saltos de fé, onde você só tem que pensar como sabe que isso vai ser incrível, porque eu sei como essas pessoas são talentosas.

Qual é a diferença entre trabalhar com alguém como Edgar e alguns dos diretores com quem você trabalhou no passado?

AK: Trabalhar com Edgar foi definitivamente diferente de qualquer experiência que eu tive antes, mas acho que é por causa da especificidade disso. Esse estilo de filmagem não é o seu tradicional amplo/médio/perto. É tipo, esta é a tomada que vai usar para essa fala, e não há corte para frente e para trás, pois é para parecer como um novo painel de uma história em quadrinhos cada vez eles mudam o quadro. Não é como se você estivesse editando entre três ‘Shivas’. Isso meio que te deixa nos nervos porque, como ator, você não tem tanto espaço para erro. É bom ser desafiado dessa maneira.

Qual foi a cena que você mais gostou de assistir na tela?

AK: A minha cena favorita, a primeira parte das filmagens do filme acabado que eu já vi quando eu estava filmando (eles fizeram esta cena antes) e Edgar me mostrou esta pequena cena quando Michael descobre que Ramona passou por uma “fase”, e ele diz que esta fala,”Do que ela está falando?” Que não é ma fala engraçada por si só, mas a maneira como ele diz é tão engraçada para mim. Eu ri tanto a primeira vez que vi. Ainda é o meu momento favorito no filme. Não é nem uma piada, mas ainda é a mais engraçada para mim. É como se o Michael Cera estivesse fazendo uma piada sobre como fazer uma piada. Aí é quando você pensa como que Michael é um gênio. Há uma razão pela qual ele está na posição que está.

Você poderia falar um pouco sobre como é importante para as relações, neste filme a ser coniável de novo?

AK: Há uma cena – Eu meio que zombo dele e o perturbo no filme, mas há uma cena em que as coisas ficaram muito ruins para Scott e eu queria demonstrar que me preocupava com ele, sua família. Mas, ao mesmo tempo não foi uma cena muito madura. A maneira que eu interajo com meu irmão, acho que o mais próximo de ter um grande momento sentimental é quando damos tapinhas nas costas um do outro. Esse é o jeito que eu interajo com meu irmão e é assim que eu queria manter isso tudo no chão no mundo onde eles são jovens. O momento mais cuidadoso que Stacey é com Scott é quando ela oferece um conselho experimentado e verdadeiro, sabe. Há alguém lá fora para você e que é tão bom quanto ele é para ela. Mas acho que, na relação deles, isso significa o mundo. Nesses momentos é importante mostrar o quanto você pode, rapidamente. Como na vida real, imediatamente volta para ela, e perturbando um ao outro.



 

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